Quem pensa que a Cervejaria Nacional oferece apenas bons chopes artesanais engana-se. Para provar que onde se bebe o pão também se come a carne, a casa acaba de lançar um cardápio de almoço, marcando o novo horário de funcionamento. Aberta de segunda a segunda, a Cervejaria passa a oferecer boas opções para a hora do almoço. Outro motivo para visitar a fábrica-bar no horário, a partir de agora o cozimento das cervejas passam a ocorrer durante o funcionamento da casa, à vista dos clientes.
Para comemorar a nova fase, no sábado, 8/10, duas receitas inéditas serão oferecidas como cortesia em copos de 330ml. Edições limitadas com apenas 20L das duas receitas serão servidas a partir das 13h até o final do limitado estoque. Preparadas com malte claro e fermentos de ALE, a primeira tem características mais frutadas, se aproximando das belgas e a outra é mais dourada, semelhante às inglesas. Esta última ganha ainda mais um toque especial: passa pelo processo de dry hopping, no qual lúpulo em flor é adicionado durante o processo de maturação, acrescendo à receita aromas frescos.
No cardápio, criado pelo chef Alexandre Cymes, destacam-se grelhados, massas e sanduíches, ótimas pedidas para quem almoça na região de Pinheiros e arredores. Servido até às 17h, o almoço-executivo tem bom custo-benefício e começa com um variado couvertservido gratuitamente – assim como a água filtrada –, composto por pães, legumes grelhados, vinagrete, patê de gorgonzola e azeitonas temperadas. Para começar a refeição, boas sugestões de salada são a Tapajós (grande, R$ 21, pequena, R$17), que leva cevadinha com quinoa, cubinhos de linguiça, cebola roxa e mini rúcula e aGuarani (grande, R$ 19, pequena, R$15), preparada com folhas verdes, vegetais na brasa e queijo de cabra ao vinagrete de limão defumado. Dentre os grelhados, há opções como o Entrecote (R$32), aFraldinha (R$32) e o Salmão (R$34), são acompanhados de salada e um acompanhamento à escolha, com opções como os Vegetais do chefe e a Farofa da Nacional.
São boas pedidas ainda o Risoto de costelinha (R$29, foto acima, à esquerda), aromatizado com limão cravo e acompanhado por crisps de cebola, a Rabada com agrião e polenta (R$29) e o Filé a parmegiana com arroz e fritas (R$27). Há também sanduíches como o de Linguiça especial com derretido de queijo, acompanhado de molho vinagrete (R$24), o de Frango com cogumelos, acompanhado Aïoli (R$22), uma maionese com alho. Para os mais famintos, o Maracanã Burguer(R$24) é um generoso hambúrguer de fraldinha com queijo, bacon, picles, alface, tomate, cebola roxa e maionese da casa, todos servidos com batatas fritas. Para adoçar o almoço e terminar bem a refeição, são boas pedidas a Manga cremosa com sorvete de coco e crocantes de cajú (R$12), o Sorvete de creme com salada de frutas, baba de moça e farofa crocante (R$13) e o prato de Doces Nacionais (R$11), que apresenta doce de leite, cocada, doce de abóbora e doce de mamão. Todos os pratos tem sugestões de harmonização com uma das cinco variedades de chope artesanal fabricadas e servidas no endereço.
Para os que decidirem esticar o almoço até o happy hour a casa oferecerá, das 17h às 20h, double drinks de todas as bebidas do cardápio (exceto as doses). A promoção inclui drinks e todas as cervejas da casa - Y-îara Pilsen, Kurupira Ale (foto à direita), Sa´si Stout, Mula IPA e Domina Weiss, além das sazonais -, servidas em copos de chope (de R$6 a R$9), pint (de R$ 10 a 14) ou nosampler (R$16), degustação que traz copinhos de 160ml com todas as receitas do mestre-cervejeiro Luís Fabiani.
Sobre a Cervejaria Nacional:
A Cervejaria Nacional foi inaugurada em junho de 2011, mas sua história começa anos antes, em 2006, quando nasceu da sociedade entre o economista Luís Fabiani e do produtor gráfico Dudu Toledo, entusiastas do universo cervejeiro. Antes atuando apenas como fornecedora de bares como o extinto Drake’s, a Cervejaria cresceu com a entrada do chef de cozinha Alexandre Cymes e de Marcus Ribas, da consultoria AyB, transformando-se em fábrica-bar. No térreo do ambiente de três pisos, ficam dispostos os enormes tanques de fermentação onde as cinco variedades de chopes artesanais servidas na casa - Y-îara Pilsen, Kurupira Ale, Sa´si Stout, Mula IPA e Domina Weiss – são produzidas, assim como as receitas sazonais. No primeiro andar, o bar, com paredes de tijolo aparente decoradas com lambe-lambes, revela uma vista privilegiada para a produção e abriga as torneiras de chope artesanal entre os sacos de malte. No piso superior, o restaurante desperta o apetite e dá vistas para a rua através de um grande vidro.
Ficou com vontade? Então dá uma conferida no site da Cevejaria Nacional
por: Lucas Terribili
Heaee pessoal,
Na semana passada fizemos uma harmonização com uma paella proposta pelo Victor.

Cheguei bem cedo enquanto o Guilherme, Eduardo e o Victor compravam as brejas no EAP.

Quando todos chegaram, colocamos umas linguiças brancas na frigideira para servir de entrada junto com mostarda com mel e mostarda escura.
Conforme a paella ia ficando pronta e o papo rolando, íamos desfrutando de diversas brejas. Começamos pela weizenbier da Dama, que não foi uma das que mais agradou pois sentimos a ausência de corpo e o aroma estava um pouco fraco e não tão fresco.

Logo em seguida partimos para a porrada com uma Baltika #9. O álcool estava bem aparente, ocultando os outros aromas da cerveja como malte e lúpulo, sem contar o baixo corpo que expunha ainda mais o álcool desta breja.

Também tomamos as Jambreiro Bâdil e Lebenskraft. Ambas não surpreenderam muito,
somado ao fato da Lebenskraft ter apresentado problemas na carbonatação. Acreditamos que o transporte e a armazenagem devem ter prejudicado o produto final, logo, elas serão provadas novamente em breve.

Papo vai e papo vem, a paella estava pronta. Diga-se de passagem que ficou excepcional! O Guilherme e o Victor estão de parabéns.
No copo da BitBurger foi servida a Summer Ale da Taberna do Vale. Uma cerveja bem leve e refrescante, ótima para tomar no verão! Destaque para o rótulo que estava bem informativo além de muito bem ilustrado. A aprovação foi unânime.

A Dubbel e Quadruppel da Wäls dispensam apresentações. Ambas estavam excelentes e foram bem apreciadas durante as garfadas nos mariscos da paella.

Outra cerveja que não agradou muito foi a versão comemorativa para o camarote da TAM. É uma ultra super mega fluorecente red lager bier. Com muito sacrifício conseguimos uma espuma apenas para posar na foto. Ela estava bem oxidada, parecia que estávamos tomando chá de caixa de papelão. Mas em breve eu farei um post somente sobre ela.
Por final, degustamos duas dunkel hefe weizen que eu trouxe de minha produção, sendo que uma delas foi estagiada em barril de umburana (com o rótulo cedido pelo Vergilio). Por ter passado um tempo no barril, ela pegou bem o gosto da madeira mas infelizmente deu uma contaminada, alterando os sabores dos outros componentes, e consequentemente mal avaliada pelos presentes (principalmente o Breda). Mesmo assim acredito que o teste foi bem válido pois eu nunca tinha trabalhado com madeira antes, logo, preciso apenas melhorar a técnica para utilizá-lo corretamente.
A dunkel hefe weizen que não foi para o barril agradou bastante. Mesmo estando com o lúpulo um pouco acima do aceitado para o estilo, foi uma breja que teve uma aceitação boa por todos que tomaram. As críticas giraram em torno de alterar a nomenclatura, adicionando um “hop” ao nome ou reduzir a lupulagem para se adequar ao estilo.
Mesmo havendo cervejas que não harmonizassem diretamente com o prato escolhido, acredito que o encontro foi válido para conhecermos novas cervejas, consolidar os rótulos que já conhecíamos e falar sobre cerveja, é claro!!

Espero ansiosamente pelo próximo.
Heaeee Pessoal!
Hoje, dia 5 de agosto, é o dia internacional da cerveja. Para comemorar essa data, nós do BBC (Blogueiros Brasileiros de Cerveja) resolvemos, em conjunto, fazer um post sobre as cervejas que estão aguardando na geladeira para serem tomadas.
A ideia principal desta ação é fazer uma espécie de corrente no twitter usando as tags #diainternacionaldacerveja e #temlaemcasa, tornando público o conteúdo de sua geladeira.
É bem normal, entre os que apreciam a cerveja de qualidade, vasculhar entre os supermercados em busca de promoções ou cervejas perto do vencimento. Comprando uma garrafa aqui e outra ali, o fluxo de cerveja dentro da geladeira acaba aumentando e somado ao fato de que, geralmente, estas cervejas são guardadas para ocasiões especiais, é normal que ao final das contas os cervejeiros de plantão possuam verdadeiras adegas pessoais com ótimos rótulos aguardando ansiosamente para serem abertos.
E para celebrar o dia de hoje, escolhi três de minhas garrafas para fazer um brinde com todos vocês.
Para começar, vou abrir uma Pale Ale da Meretriz. Sim, uma cerveja da minha própria cervejaria! Foi a primeira garrafa que abri da leva, que coincidentemente ficou pronta hoje. É meio difícil o pai falar do filho, mas esta breja agradou muito e superou minhas expectativas. Ela ficou com um amarelo-âmbar maravilhoso, um pouco turva e encorpada. Seu corpo maltado ficou bem nítido na boca, e seu amargor bem agradável. Logo mais farei um post apenas sobre esta cerveja.
A segunda é uma Bock da Petra, sinceramente a minha preferida desta cervejaria. O mais interessante das “Petras” é sua relação entre custo/benefício, pois ela consegue ter uma qualidade superior as “comerciais” e ao mesmo tempo tem um preço bem interessante. Ela é uma das cervejas que está sempre disponível na minha geladeira.
A próxima da lista é uma que eu estava guardando a um tempo e achei que hoje é um ótimo dia para abri-la, estou falando da London Porter da cervejaria Fuller’s. É uma cerveja maravilhosa, tem um excelente paladar de café somado ao tato aveludado do chocolate. Geralmente eu preparo algum acompanhamento para esta cerveja, mas hoje degustei-a sozinha.
E para continuar a conversa, eu gostaria de saber o que o Vergílio, a Alessandra e o Thales tem guardado no fundo de suas geladeiras!
Até a próxima!
A Brasil Brau é uma feira voltada para o setor cervejeiro e que engloba toda a cadeia produtiva, desde insumos até envaze e transporte da bebida. Ela aconteceu nos dias 5, 6 e 7 de julho no espaço Transamérica lá (na p@#$ que pariu) em Santo Amaro.
Se eu pudesse resumir a feira em uma palavra seria: sensacional! Pois a feira estava impecável e com ótimos stands. Fiquei babando nos equipamentos e sonhando um pouco mais com a construção da minha cervejaria. O conteúdo dos stands foi muito agregador e além disso foi muito bom encontrar e conhecer o pessoal do BBC (Blogueiros Brasileiros de Cerveja) bem como poder conversar e tomar cerveja com os donos das cervejarias que estavam presentes.
Uma área da feira em especial foi o DegustaBeer, um espaço destinado aos degustadores. Em torno de doze cervejarias expuseram algumas de suas brejas para degustação do público. Um espaço memorável, pois na maioria dos
stands eram os próprios donos que ficavam atrás do balcão. E nas cervejarias maiores, podíamos encontrá-los ao redor conversando e degustando com os clientes. Acredito eu que o único “erro” da organização foi ter colocado todas elas juntas, pois a feira ficou bem concentrada no espaço DegustaBeer, deixando lugares bem rarefeitos enquanto outros pareciam o metrô da sé às 18h (se você levantasse o pé não colocava mais no chão), como nos stands da Colorado, Bamberg e Falk.

Assim como a maioria, dediquei um bom tempo da feira experimentando as cervejas. Algumas como a dunkel de café da Rasen que surpreendeu no equilíbrio dos sabores tostados entre o malte e o café, resultando em uma cerveja acima da média. A bohemian pilsen da Falk estava simplesmente fenomenal! Excelente combinação de lúpulos e maltes, somado a ausência de off flavours, conferiam uma cerveja muito agradável e de alto drinkability. Também se destacaram a weiss bem abananada e aromática. A India Pale

Ale da Dama bier foi a que mais me surpreendeu, pois das vezes que tomei ela sempre estava horrível, com gosto de papelão e nem um pouco lupulada, muito diferente do maravilhoso aroma de maracujá que estava evidente na versão apresentada na feira. A Grão-Pará da
Cervejaria Colorado também se destacou principalmente pela ousadia de misturar castanha-do-pará numa brown ale. Da primeira vez que eu tomei ela estava bem quente e eu não consegui reparar em muita coisa, exceto o álcool aparente que estava bem intenso. Na segunda oportunidade, pude perceber o real sabor desta maravilha, estava bem maltada e aromática, principalmente pela presença da castanha-do-pará que agora estava mais evidente, mesmo assim ainda notei a presença de álcool aparente mas isso não me incomodou. Fui muito bem atendido em todos os stands, exceto no da Magnum Bier, onde fui atendido pelo proprietário que, provavelmente, não me achou digno de provar de sua cerveja, talvez ao avaliar minha pessoa ou julgar a relevância da minha pulseira amarela de visitante.
Outro destaque importante que não poderia faltar foi para a mulherada dos stands, recheados de loiras, morenas e mestiças maravilhosas. É lógico que elas não entendiam p@#$ nenhuma de cerveja, mas estavam ali para florir a feira.
De um modo geral a feira foi fantástica! Muito conhecimento adquirido, novos contatos, novas amizades e muitos copos brindados! Que venha a próxima!
@woises
É incrível a capacidade do ser humano de tornar algo escroto! Se pudermos observar a moda, exemplificaríamos perfeitamente essa afirmação. Em determinado tempo e circunstância algumas pessoas passam a se vestir, andar e/ou falar de forma parecida. Eis que surge a bosta da moda! Mas o homo-sapiens vai além, para toda a mini-saia da moda, sempre haverá alguém que usará uma ultra-mini-mega-curta saia (um cinto). Ou até mesmo homens que não se contentam em ter um som no carro e gastam fortunas em verdadeiras danceterias móveis.
Eu lembro que antigamente (to ficando velho poha!) o brinco nos homens era permitido apenas na orelha esquerda, e o cara que se atrevesse a errar o lado virava motivo de chacota, apelidado de viadinho, baitola, são-paulino, além de tomar uma surra de fio de telefone quando chegasse em casa. E o que acontece hoje? O pessoal enche o toba, pinto e xana de ferro!
Mas os tempos mudaram, a moda e a individualidade passaram a ser respeitadas e a porra toda começou a desandar. Um desses grandes problemas foi a invenção do silicone. É lógico que se colocado com muito bom senso pode alterar positivamente o layout da mulherada. Mas o problema é que sempre existirão pessoas que querem ganhar dinheiro criando modas ridículas e pessoas cretinas que além de aderir a esses modismos, elevam-no ao patamar do ridículo.